Fauna & Flora · CETESB · IBAMA · SMA/SIGAM

Laudos de caracterização
florestal e faunística.

Inventário fitossociológico, identificação de espécies protegidas, mapeamento de Áreas de Preservação Permanente e avaliação de impactos sobre a fauna — produzidos segundo as normas da CETESB, do IBAMA, da SMA/SIGAM e do Código Florestal (Lei nº 12.651/2012).

Escopo técnico

O que o laudo cobre

Cada produto técnico é elaborado com base na competência do órgão responsável e na legislação vigente — sem informação adaptada.

  • 01

    Inventário fitossociológico

    Amostragem da vegetação e cálculo de índices de diversidade e estrutura, base para o enquadramento em estágios sucessionais definidos pela Resolução CONAMA nº 01/1994 e pelas resoluções da SMA para o Estado de São Paulo.

  • 02

    Identificação de espécies protegidas

    Levantamento de flora e fauna com verificação nas listas oficiais — Portaria MMA nº 148/2022 (Lista Nacional de Espécies Ameaçadas) e Lei nº 5.197/1967 (Proteção à Fauna).

  • 03

    Mapeamento de APP

    Delimitação de Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal conforme a Lei nº 12.651/2012 (Código Florestal), com apoio de geoprocessamento.

  • 04

    Avaliação de impactos sobre a fauna

    Subsídio ao licenciamento e a programas de afugentamento e resgate de fauna na supressão autorizada, junto à CETESB e ao IBAMA.

Registros de campo

Trabalho de campo

Cada laudo nasce do levantamento em campo — medição, identificação de espécies e registro fotográfico que sustentam o inventário fitossociológico e faunístico.

Técnico da BioEmerge fotografando árvore durante levantamento florestal em campo
Levantamento de campo e registro fotográfico da vegetação arbórea — incluindo o avistamento de fauna e o registro de indícios indiretos (vocalizações, rastros, tocas e pisoteamento da área verde de estudo).
Medição da circunferência do tronco com fita métrica no inventário fitossociológico
Medição do DAP (Diâmetro à altura do peito) — parâmetro básico do inventário fitossociológico.
Mamona (Ricinus communis) com frutos, espécie exótica identificada em campo
Identificação de espécies — a mamona (Ricinus communis), exótica de ocorrência comum em áreas antropizadas.
Fungo e biota do solo registrados sobre a serapilheira durante a caracterização da área
Registro da biota do solo e da serrapilheira, indicadores da qualidade ambiental da área.
Panorama regulatório

Estágios sucessionais da vegetação

A Resolução CONAMA nº 01/1994 define parâmetros para enquadrar a vegetação nativa em estágios de regeneração — o que determina as exigências de licenciamento e compensação. A escala abaixo é ilustrativa da complexidade estrutural crescente. Passe o mouse para os critérios.

Complexidade estrutural por estágioFonte: Resolução CONAMA nº 01/1994
Estágio inicialbaixa
Vegetação herbácea/arbustiva, poucas espécies, serapilheira fina — menor restrição para manejo, ainda assim sujeita a análise do órgão ambiental.
Estágio médiomédia
Estrato arbóreo em formação, diversidade intermediária e sub-bosque presente — exige avaliação técnica detalhada para qualquer intervenção.
Estágio avançadoalta
Dossel fechado, alta diversidade e presença de epífitas — maior proteção legal; supressão só com autorização específica e compensação.
Mapa mental

Aprofunde em flora e fauna

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Órgãos reguladores & fontes oficiais

Base legal e autoridades competentes

Consulte as autoridades competentes e as bases oficiais que fundamentam cada laudo:

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